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segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Como fazer no Dia Mundial Sem Carro


Dia 22 de setembro é o Dia Mundial Sem Carro, em mais de 1.500 cidades do planeta.
O quê fazer sem o seu carro?


1-Como Caminhar
arte: abc ciclovias - no Apocalipse Motorizado


2- Como utilizar os transportes públicos - ônibus, trem, metrô ou táxi



3- Como pedalar


ou patinar

use luvas, capacetes...


Leia mais

Ônibus - clique aqui

Trem - clique aqui

Táxi - clique aqui

Caminhando - clique aqui

Bicicleta - clique aqui

Use Transporte Público - clique aqui

Dia Sem Carro em SP - 2007
Dia Sem Carro em SP - 2006
Dia Sem Carro em SP - 2005

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domingo, 21 de setembro de 2008

No Metrô no Dia Mundial Sem Carro

1- Para utilizar o metrô no Dia Mundial Sem Carro, é fácil e prático.


2- De casa, do trabalho ou da faculdade/escola, você pode: caminhar, pedalar, ir de ônibus, táxi ou trem até a estação mais próxima para você.

3- Utilize seu bilhete único


4- Nas catracas...



E se você optou, por pedalar, no retorno poderá ( depois das 20h30) utilizar o metrô, como fez o S.T( que nos cedeu as fotos)

5- Espere o vagão parar.

6- Dentro do Vagão, junto com sua bicicleta,ocupe o lugar adequado.

Outras formas de se locomover no Dia Mundial Sem Carro:

Ônibus - clique aqui

Trem - clique aqui

Táxi - clique aqui

Caminhando - clique aqui

Use Transporte Público - clique aqui

Dia Sem Carro em SP - 2007
Dia Sem Carro em SP - 2006
Dia Sem Carro em SP - 2005


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terça-feira, 16 de outubro de 2007

A B S U R D O ! ! !

Toda Solidariedade ao João.

"Eis o gentil bilhete que foi deixado em minha bicicleta dia 10/10.
Algumas observações sobre a sempre difícil tarefa de distinguir o avesso e o direito, quando de trata das relações com o estado:

1) O bilhete foi escrito no verso do formulário oficial.

2) O formulário oficial tem campos interessantíssimos, como "natural" (sintético?); "natureza" (degradada?); "cor" (coração); ocupação (contemplador?) etc. Repare-se na propriedade do título: "Anotações da segurança", do qual se entende que há uma entidade chamada "A Segurança". Repare-se, também, que não há campo para que A Segurança se identifique. Ou ela não tem nome, cor, ocupação?

3) A caligrafia cuidadosa e bem desenhada facilita que se leiam , agora na frente (ou no verso), as entrelinhas:

4) "favor": se é um favor, posso não atendê-lo?

5) "gradis e postes" do terminal e acessos do metrô: uma designação bastante imprecisa, algo assim como "meu feudo".

6) "do contrário teremos que cortar a corrente e recolhê-la à Regional": ah! eis a parte mais bonita do bilhete! Uma ameaça! Aliás, nada desprezível: o que é Regional? Onde fica? Caso isso aconteça quem devo procurar? Enfim, nada como um pouco de nomes desconhecidos para assustar o cidadão. Simpático, também, o "teremos", pois dá a entender que não é esta a intenção 'deles', mas serão obrigados a fazer isso.

7) Aqui, chegamos no êxtase da comunicação ambígua: nós quem? teremos quem? quem assina o bilhete? a assinatura (o timbre do metrô) está do lado contrário. Avesso ou direito?

8) Finalmente, um singelo "obrigado". Obrigado por quê? Por eu lhe dar a oportunidade de você(s) me ameaçarem, ameaçarem meu veículo e ainda passarem por gentis e atenciosos?
De nada.

João Campos"

Imagem: João


A pergunta que fica, o quê fazer?

a) Em uma próxima bicicletada, comparecer no metrô Vila Madalena, e entregar uma 'carta de repúdio' a ação do 'segurança' ?

b) promover ações, junto ao metrô de SP, para que oriente seu funcionários, sobre a forma correta de tratar o ciclista urbano e usuário do metrô ?

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" Hoje(16/10) passei pela estação V. Madalena e tentei recolher mais informações. O que busco é saber o que legitima o metrô a proibir que se prendam bicicletas em suas imediações.
Perguntei ao responsável pela segurança, que me respondeu assim: – Qualquer objeto encontrado na área do metrô deve ser recolhido e encaminhado para ACHADOS e PERDIDOS.
Disse-lhe que, se a bicicleta está amarrada com cadeado, dificilmente pode se considerada PERDIDA. Além do mais o bilhete que recebi falava que a bicicleta seria mandada para a regional.
Ele respondeu: – É procedimento do metrô.
Pedi-lhe para me indicar onde encontrar esse 'procedimento' e ele me deu um 0800. Quando lhe pedi o nome do chefe da segurança, ele se negou a informar. Perguntei-lhe se essa era uma informação secreta e ele disse que não ia dar. Indaguei-lhe se essa era uma orientação do metrô ou uma decisão pessoal, ele respondeu que era uma decisão pessoal.
Toquei minha vida até a Sé e lá descobri que há um atendimento ao usuário.
Contei a mesma história e obtive a seguinte resposta: – É um procedimento interno do metrô.
Pedi que me mostrasse onde estava escrito que não podia parar bicicletas e ela disse que não podia mostrar, que isso era assunto interno do metrô.
Argumentei que, como envolvia pessoas que não eram do metrô, não podia ser assunto interno! Ela disse que não podia mostrar nada e também falou que não podia fornecer o nome dos chefes da segurança.
Vejam: é preciso tomar muito cuidado nessas situações para não desenvolver sentimentos negativos, como raiva. Tanto o rapaz da Vila quanto a moça da Sé nada têm a ver com esse assunto. Tampouco o chefe da segurança. Trata-se de um problema com o metrô, organização, estrutura e mistério. Portanto, esses relatos não devem servir para causar indignação, revolta ou raiva, mas para nos esclarecer quanto às regras do jogo em que estamos metidos.
Tudo o que quero é o nome de quem colocou o bilhete e saber se há um instrumento legal que legitime a proibição.
Estou mandando essas informações para a ouvidoria, assim que alguma resposta chegar informo a lista.
abs.
João"

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