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domingo, 12 de outubro de 2008

World production

"Essa vem do Economist.com. Ela compara a produção de automóveis e bicicletas, mostrando que a produção destas cresceu muito mais do que a de carros após os anos 1970". capturado no Fragmentos do Cotidiano.

Made in where?

As fábricas de bicicletas mantém alguns de seus segredos guardados a sete chaves. Um dos segredos “mais secretos” é o local de produção das suas bicicletas.

Pra começar, como definir se a bicicleta é “Made in USA”, “Made in Italy” ou “Made in Taiwan”? A regra de ouro da indústria de bicicletas é que o país de origem deve agregar 60% do valor do produto final.

Pois bem, é possível comprar uma bicicleta com quadro de fibra de carbono e componentes Shimano por algo em torno de US$ 8.000,00 aqui no Brasil. A “alma” dessa bicicleta (ou melhor dizendo, o quadro) pode ser comprado na China por US$ 200,00 (sem pintura e adesivos). No Brasil vamos adesivar, pintar, envernizar e colocar as demais peças. Pronto, não é difícil deduzir os valores das rodas, relação, freios, cockpit, etc, e então essa bicicleta será “Made in Brazil”. Fazendo essa mesma montagem no país de origem do quadro, ela seria “Made in China”. Complicado não é?

Uma pesquisa feita nos Estados Unidos concluíu que em torno de 95% das bicicletas comercializadas lá são feitas na China ou em Taiwan (principalmente na Giant, a maior delas). Como o nosso mercado não é diferente, é possível afirmar que estamos na mesma situação.

Com essas informações em mente, consegui uma relação de algumas marcas famosas vendidas nos EUA e sua história. Concluí que as minhas duas bicicletas são feitas em Taiwan pela Giant, embora não sejam Giant.

BIANCHI - Biachi e Schwinn tem histórias semelhantes: são empresas seculares, familiares, fabricantes de suas próprias bicicletas, além de terem sido muito populares nos seus respectivos países. Vieram tempos difíceis e foram vendidas, transferindo a totalidade de sua produção para a Ásia.
Em 1996 a Bianchi foi vendida a um conglomerado sueco (conhecido como Cycleurope) até ser transformada na Pacific, em 2001 e sob a Cycleurope, detém o nome de 11 marcas diferentes de bicicletas.

As bicicletas “Made in Italy” da Bianchi são uma fonte de confusão. Muitas das bicicletas RC (Reparto Corse) tem adesivos “Made in Italy”. Os quadros de Carbono RC são feitos pela Advanced International Multitech (um fabricante de Taiwan de peças de carbono de bicicletas, beisebol, golfe, flechas, varas de pescar, etc), e os de alumínio são feitos pela Taiwan Hodaka.

Alguns quadros que ainda são soldados em Treviglio (casa originária da Bianchi). Possivelmente as juntas de alumínio de alguns quadros de carbono são soldados, ou pelo menos, colados.

No passado os quadros da Bianchi já foram produzidos pela Giant, em Taiwan.

CANNONDALE - A fábrica que era propriedade do fundador e de seu filho, Joe Montgomery Scott é agora propriedade de fundos de investimento, após ter enfrentado problemas financeiros.

De acordo com a Bicycle Retailer and Industry News de junho de 2007 a manufatura dos quadros Cannondale é feita em Taiwan - provavelmente pela empresa Fritz-jou. Outros são soldados e pintados em Taiwan e em seguida enviados para os EUA para a montagem final.

Em fevereiro de 2008 a Dorel Industries anunciou a aquisição da Cannondale. Essa empresa já havia comprado a Pacific (Schwinn, Mongoose e GT) da Cycleurope em 2004.

CERVÉLO - Empresa canadense. As bicicletas são fabricadas na Ásia e montadas no Canadá. Simples assim.

COLNAGO - Em 1944 quando Ernesto Colnago trabalhou como aprendiz, aos 12 anos de idade, na loja de Dante Fumagalli ele não imaginava que se tornaria o mais famoso de todos os construtores italianos de quadros.

A Colnago é talvez o mais cobiçado de todos os quadros entre os profissionais. Basta olhar os sites especializados para ver quantas Colnagos aparecem nas provas.

Os quadros são feitos a mão na Itália, com exceção de três modelos de entrada feitos em alumínio, possivelmente pela Giant e do carbono CLS que também é feito em Taiwan.

DE ROSA - É uma empresa italiana (uma das “três grandes; Colnago, De Rosa e Pinarello). Ugo de Rosa, juntamente com seus filhos constroem bicicletas há mais de 50 anos, todas elas na Itália.

GARY FISCHER - Gary Fischer é o padrinho das MTB. Depois de lutar com sua própria empresa, vendeu a marca para a Trek Company. Ele continua envolvido na concepção e comercialização da marca, além de ser uma figura popular em eventos da indústria de bicicletas. Suas bicicletas são feitas na Ásia.

FUJI - Agora é propriedade da Ideal, que é um dos principais fabricantes de Taiwan, juntamente com a Giant e a Merida.

GIANT - Você pode estar andando ou já ter andado numa bicicleta da Giant sem sabê-lo! A Giant é a maior fábrica de bicicletas do mundo (há controvérsias, dizem que a maior é uma fábrica indiana), com fábricas em Taiwan, China e Europa. A Giant é uma empresa de Taiwan que foi fundada em 1972 fabricando suas próprias bicicletas, incluindo as de carbono. Além de suas próprias bicicletas, a Giant produz sob encomenda quadros para a Trek, Specialized, Schiwnn e Bianchi. A alegação dessas marcas é que a Giant tem os mais sofisticados e eficientes instalações de produção.

Além da sua própria fábrica, a Giant detém o controle de 30% da Hodaka, uma montadora de bicicletas de Taiwan, que monta as Bianchi.

KONA - Empresa californiana com toda a produção na Ásia. A Kona foi fundada em 1988, muito pequena, depende totalmente da produção desses países, principalmente da Hodaka

LEMOND - Inicialmente suas bicicletas foram feitas por Roberto Bilatto, na Itália e distribuídos pela extinta Ten Speed Drive Import (os quadros feitos por Bilatto são disputados a tapa por colecionadores).

Após uma tentativa de ter uma companhia independente, LeMond licenciou sua marca para a Trek e seus quadros são produzidos na Ásia, exceto o carbono, que é feito em Wisconsin.

LITESPEED - A partir dos anos 80 a Litespeed foi a pioneira nos quadros de titânio. Foi por um período de tempo a maior fabricante de bicicletas de alto nível do mundo. Todas as bicicletas, incluindo a marca Merlin são feitas por eles próprios no Tennessee. A Quintana Roo também é propriedade da Litespeed, mas é feita na Ásia.

Conforme a reputação cresceu, passaram a construir quadros para outras marcas como DeRosa, Merckx, Tommassini, Basso, Univega, Alpinestars, Marin e Rocky Mountain.

MASI - Faliero Masi foi o “avô” de todos os construtores italianos de quadros, servindo como fonte de inspiração para outros construtores famosos como Ernesto Colnago. Faliero vendeu sua empresa para os americanos no início dos anos 70. Desde então, a marca teve vários proprietários, incluindo a Schwinn. Atualmente a marca MASI é propriedade da Haro (empresa californiana especializada em BMX) e suas bicicletas são construídas na Ásia. Essas bicicletas em alguns lugares do mundo são comercializadas sob a marca MILANO.

ORBEA - Um dos dois grandes fabricantes espanhóis de bicicleta. Os quadros top são produzidos nos países da Ásia e acabados (pintados) na Espanha. A Orbea faz todo o design de suas bicicletas, engenharia e prototipagem. Constrói seus próprios moldes e produz muitos protótipos antes de entregar o grosso da produção para os chineses.

PINARELLO - Tem produzido bicicletas de alto nível desde os anos 50. Alguns quadros são feitos agora em Taiwan, como o Galileo (alumínio). Embora não se consiga confirmar, provavelmente a linha de carbono é feita na Ásia e enviados para a Itália para pintura e montagem.

RALEIGH - Há alguns anos a gestão é feita através dos proprietários americanos, sediados em Kent, Washington. A produção toda vem da Ásia, sendo seus principais fornecedores a Kinesis e A-Pro.

SCHWINN - Foi durante muitos anos a maior marca americana. Todas as bicicletas eram produzidas nos EUA até o final dos anos 80.

Em 1985, após duas falências, a Schwinn foi comprada pela Pacific, que também é proprietária da GT, Mongoose e da Pacific (além de outras), e a sede da empresa está sediada em Madison, Wisconsin.

Sob o domínio da Pacific, a Schwinn está retornado ao mercado, pois a Pacific vende mais do que qualquer outra marca nos EUA (mas no entanto, inclui-se nas vendas outras marcas vendidas em mercados como Walmart, Target, etc - seria as nossas “Houston” e “Sundown”). Todas as bicicletas Schwinn são produzidas pela Giant, na Ásia.

SCOTT - A Scott começou em Sun Valley, Idaho, quando Ed Scott desenvolveu o primeiro esqui de alumínio, em 1958. Na década de 80, a Scott desenvolveu uma linha de bicicletas.

A Scott retirou-se do mercado americano, centralizando-se na Europa, onde é a sua sede.

Depois de uma ausência de vários anos, a Scott voltou ao mercado americano, sob a direção de Scott Montgomery Cannondale. Apesar da empresa ser suíça, a produção é asiática, principalmente da Hodaka e Giant.

SPECIALIZED - Fundada em 1974 por Mike Sinyard tem reputação de ser líder na concepção e comercialização de bicicletas.

Anos atrás, a Merida (um fabricante de Taiwan) comprou uma parte substancial da Specialized e, embora ainda sediada na Califórnia sob a liderança do seu fundador, todas as bicicletas são feitas na Ásia, pela Merida, Ideal e Giant.

TIME - A Time produz um dos mais avançados quadros de carbono do mundo. Sua produção é artesanal e toda feita na França, mesmo nos quadros mais básicos.

TREK - A maior marca americana de bicicletas começou numa fazenda em 1976 com Dick Burke e um investimento de US$ 25.000,00 e só em 1980 construiu sua primeira fábrica em Wisconsin.

Depois de fazer suas bicicletas por muitos anos nos EUA, a Trek moveu a produção dos quadros de entrada e de nível médio para a Ásia.

Em 1992 introduziu o seu processo proprietário de processo de quadros de carbono chamado de (OCLV - Optimum Compaction Low Void) que até hoje é usado na sua linha, sendo que toda a produção (de estrada e MTB) ainda é feita em Waterloo, Wisconsin. A produção da linha de Carbono 5000 é feita na Ásia."

É a segunda maior marca de bicicletas do mundo, atrás da Giant (considerando apenas as marcas vendidas exclusivamente em lojas de bicicleta) e possui as licenças da Gary Fischer, LeMond, Klein e Bontrager.

leia mais

Fragmentos do Cotidiano

Maglia Rosa

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Tá na hora de ler


Madrugada de chuva, noite insone. Momentos de reflexão dominical.
Continue a leitura no Donos da Mídia.

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terça-feira, 7 de outubro de 2008

Em 5 de Outubro



O Dia Mundial do Professor é celebrado a cada 5 de outubro. A data foi criada pela UNESCO em 1994 com o objetivo de chamar atenção para o papel fundamental que os professores têm na sociedade.

A origem do Dia Mundial do Professor está ligada à divulgação do primeiro grande documento internacional sobre as condições de trabalho, direitos e responsabilidades dos docentes, conhecido como “Recomendações sobre a Condição do Professores da UNESCO e Organização Mundial do Trabalho”, em 5 de outubro de 1966.

Acesse aqui o site oficial (em espanhol, inglês ou francês)


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terça-feira, 16 de setembro de 2008

Volta Arturo


CAMPANHA VOLTA ARTURO




Olá pessoas!

Não sei se todos sabem, mas sou bike-repórter da Rádio Eldorado junto com o Marcelo Siqueira, Falzoni e outros. O Arturo Alcorta, da Escola da Bicicleta, foi o cara quem inventou o bike-repórter e conhece os caminhos alternativos da cidade. Infelizmente ele foi desligado da rádio. Sei que muitos ouvintes gostam dele e devem sentir falta. Eu pelo menos acho isso e se tiver alguém da lista que curte o trabalho dele, peço que mande uma mensagem para http://www.territorioeldorado.limao.com.br/fale.shtm e escrevam perguntando do Arturo, o que houve. Sei lá..é uma sugestão...fiquem livres sempre!!

Abraços
Felipe Aragonez Benevides www.falansterios.blogspot.com



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Por Arturo Alcorta

Ciclista a mais de vinte anos e apaixonado por pedalar no meio urbano, acabei me transformando num amante da cidade em si. E aí, nada melhor do que morar numa cidade como São Paulo, onde a relação tem de tudo, menos monotonia. Em 1981 criei o Projeto de Viabilização de Bicicletas como Meio de Transporte, Esporte e Turismo para o Estado de São Paulo, a pedido da família Montoro, o que acabou não resultando em muita coisa, infelizmente.
Anos depois, lá por 1988, fui um dos introdutores do "mountain bike" no Brasil (os cariocas começaram primeiro, mas numa escala menor). Renata Falzoni me lembrou que fui o primeiro guia do primeiro Night Biker´s da história, nos idos de 1989. O tempo passa e a bicicleta permanece em minha vida.
Sempre tive uma grande preocupação em dar algum retorno para São Paulo e isto me levou a procurar a Rádio Eldorado com dois projetos: um para passar informações de trânsito nos dias que o helicóptero não levantasse, e outro que chamei de "Expedição a cidade de São Paulo" que visava mostrar uma cidade que passava (e continua passando) pela vida dos paulistanos sem que eles a conheçam bem. Patrícia Palumbo tinha a mesma idéia e nesta história, confesso que não me lembro quem tenha entrado em contato primeiro, mas o casamento saiu na hora. Quando fui para rua pela primeira vez, percebi que talvez não conseguisse fazer o trabalho, e só eu sei o que passei naqueles primeiros dias. Surgia o Bike Repórter Arturo Alcorta, de Segunda a Sexta, das 18:00h às 20:00h no 92.9 da FM. Guia Local surgiu por causa de meu trabalho com a Eldorado. Se na rádio tudo é muito rápido, na internet pode ser um trabalhado com calma. Já havia sido colunista de grande jornal antes, mas nunca fui colunista diário. O prazer de estar com eles é grande, muito em parte pelo suporte de Marcelo Moreira, o editor chefe. Tenho liberdade plena, e trato de brincar (a sério) com os textos.
A verdade é que sou um ativista da bicicleta. A importância dela na sociedade moderna é incontestável, principalmente num país pobre como o nosso.

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No Pasarán

Arte: Laerte


Via Gira-Me

Elite da Meia-lua Boliviana tenta o golpe

Por BOLÍVIA 15/09/2008 às 12:51

Movimentos sociais, organizações de classe e o governo boliviano denunciam uma tentativa de golpe orquestrado pela direita no país. A movimentação golpista é encabeçada pelos governadores da chamada “Meia-Lua Boliviana” (que corresponde aos departamentos de Pando, Beni, Santa Cruz, Chuquisaca e Tarija), pelo Comitê civil de Santa Cruz (principalmente a figura de seu presidente, Branko Marincovic) e pelo ex-embaixador dos Estados Unidos na Bolívia, Philip Goldberg, declarado persona non-grata ao país na semana passada.

Na última semana, ocorreram nesses departamentos uma série de atentados a escritórios governamentais, instalações de transporte de gás e petróleo, agências de comunicação públicas e um lamentável massacre realizado por mercenários na província de Pando, que até o momento já contabiliza cerca de 30 campesinos e indígenas mortos. Em Santa Cruz, uma organização neo-fascista - Unión Juvenil Cruceña - age como um braço armado paramilitar contando com legitimação e suporte dos administradores locais.

O governo do Movimento ao Socialismo (MAS) e Evo Morales, obtiveram uma aprovação nacional alta no referendo realizado no mês de agosto, ultrapassando a casa dos 67%. Esse resultado parece ter despertado a necessidade de “outros métodos” por parte dos chamados “cívicos” para frear o processo de mudança na Bolívia e assegurarem assim, o controle de suas regiões e privilégios baixo a bandeira da autonomia.

Ao contrário do quem vem sendo propagado pela imprensa corporativa, o governo boliviano tem agido com cautela, evitando cair na estratégia golpista da provocação, que espera a repressão para deslegitimar qualquer tentativa de diálogo, e planeja punir os culpados pelos atentatos e pelo massacre ordenado pelo governador de Pando, Leopoldo Fernández. Logo após as primeiras movimentações da direita na semana passada, o ministro da defesa Walker San Miguel assegurou em seu discurso - “os fascistas não passarão”.

Publicado no CMI

Leia Mais…

Mais informações: CMI Bolívia (es) | Agência Boliviana de Información (es) | Red Tinku (es) | Agência Carta Maior

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segunda-feira, 15 de setembro de 2008

War for Oil


A mídia canalha/show jornalismo, sempre apresenta as versões dos conflitos glocais, ocultando os fatos. Os extratos de textos e as charges do Latuff considero como os fatos interpretados, ou nossa tentativa de romper essa manipulação midiática.


"Bartolomé Clavero, Membro do Foro Permanente das Nações Unidas para as Questões Indígenas, acusa linha editorial do jornal espanhol de cumplicidade com política de prefeitos racistas da Bolívia. E lembra controle que o grupo Prisa, ao qual pertence o El País, exerce sobre os meios de comunicação no país andino." Agência Carta Maior


Latuff, no CMI

"O que está ocorrendo na Bolívia ocorreu no Brasil, em 1964; no Chile, em 1973; na Argentina, em 1976, e quase ocorreu na Venezuela, em 2002. Tudo começou com a usurpação de 1.300 mil km² do território do México, na guerra movida pelo presidente Polk (1846/1848). E em 1856, o mercenário ianque William Walker se declarou presidente da Nicarágua. Podemos deixar de lado o caso bem conhecido da intervenção em Cuba, desde sua "independência" até a Revolução de 1959." Mauro Santayana no Vi o Mundo
Latuff, no CMI


''Estávamos desarmados, não foi como eles dizem. Nos detiveram uns sete quilômetros antes de Porvenir. Quando avançamos na altura da ponte, logo nos atacaram. Nos emboscaram e começaram a disparar com metralhadoras automáticas'', relatou Tito, sob o impacto da morte de seus companheiros. APN - clique aqui

Latuff, no CMI

Continue as leituras

Agência Carta Maior - clique Aqui

Vi O Mundo - clique aqui

APN - clique aqui

LCMC Solidariedade - clique aqui

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quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Sugar

Foto: Pedro


Açúcar o livro negro, do historiador Fernando Carvalho um dos mais impactantes sobre os malefícios do açúcar branco ( "atualiza e confere mais consistência à crítica feita por Willian Duffy em Sugar Blues"). Para ler na versão digital, clique aqui .

Sugar Blues - clique aqui
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Bicine 08



adorei as cores da bicicleta.

clique na imagem e confira a programação.


Um dica de um bom filme, premiado em diversos festivais. quer assistir, clique aqui.

leia também sobre a programação do CicloCine, aqui em São Paulo - clique aqui

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Invisible



Manifesto dos Invisíveis

Motorista, o que você faria se dissessem que você só deve dirigir em poucas vias especiais, porque seu carro não possui airbags? E que, onde não existisse esse tipo de via, você não poderia transitar? Para nós, cidadãos que já utilizamos a bicicleta como meio de transporte, é esse o sentimento quando ouvimos que "só será seguro pedalar em São Paulo quando houver ciclovias", ou que "a bicicleta atrapalha o trânsito". Precisamos pedalar agora. E já pedalamos! Nós e mais 300 mil pessoas, diariamente. Será que deveríamos esperar até 2020, ano em que Eduardo Jorge (secretário do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo) estima que teremos 1.000 quilômetros de ciclovias? Se a cidade tem mais de 17 mil quilômetros de vias, pelo menos 94% delas continuarão sem ciclovia. Como fazer quando precisarmos passar por alguma dessas vias? Carregar a bicicleta nas costas até a próxima ciclovia? Empurrar a bicicleta pela calçada? Ciclovia é só uma das possibilidades de infra-estrutura existentes para o uso da bicicleta. Nosso sistema viário, assim como a cidade, foi pensado para os carros particulares e, quando não ignora, coloca em segundo plano os ônibus, pedestres e ciclistas. Não precisamos de ciclovias para pedalar, assim como carros e caminhões não precisam ser separados. O ciclista tem o direito legal de pedalar por praticamente todas as vias, e ainda tem a preferência garantida pelo Código de Trânsito Brasileiro sobre todos os veículos motorizados. Não clamamos por ciclovias, clamamos por respeito. Às leis de trânsito, à vida. As ruas são públicas e devem ser compartilhadas entre todos os veículos, como manda a lei e reza o bom senso. Porém, muitas pessoas não se arriscam a pedalar por medo da atitude violenta de alguns motoristas. Estes motoristas felizmente são minoria, mas uma minoria que assusta e agride.
A recente iniciativa do Metrô de emprestar bicicletas e oferecer bicicletários é importante. Atende a uma carência que é relegada pelo poder público: a necessidade de espaço seguro para estacionar as bikes. Ao invés de ciclovias, a instalação de bicicletários deveria vir acompanhada de uma campanha de educação no trânsito e um trabalho de sinalização de vias, para informar aos motoristas que ciclistas podem e devem circular nas ruas da nossa cidade. Nos cursos de habilitação não há sequer um parágrafo sobre proteger o ciclista, sobre o veículo maior sempre zelar pelo menor. Eventualmente cita-se a legislação a ser decorada, sem explicá-la adequadamente. E a sinalização, quando existe, proíbe a bicicleta; nunca comunica os motoristas sobre o compartilhamento da via, regulamenta seu uso ou indica caminhos alternativos para o ciclista. A ausência de sinalização deseduca os motoristas porque não legitima a presença da bicicleta nas vias públicas. A insistência em afirmar que as ruas serão seguras para as bicicletas somente quando houver milhares de quilômetros de ciclovias parece a desculpa usada por muitos motoristas para não deixar o carro em casa: "só mudarei meus hábitos quando tiver metrô na porta de casa", enquanto continuam a congestionar e poluir o espaço público, esperando que outros resolvam seus problemas, ao invés de tomar a iniciativa para construir uma solução.
Não podemos e não vamos esperar. Precisamos usar nossas bicicletas já, dentro da lei e com segurança. Vamos desde já contribuir para melhorar a qualidade de vida da nossa cidade. Vamos liberar espaços no trânsito e não poluir o ar. Vamos fazer bem para a saúde (de todos) e compartilhar, com os que ainda não experimentaram, o prazer de pedalar.
Preferimos crer que podemos fazer nossa cidade mais humana, do que acreditar que a solução dos nossos problemas é alimentar a segregação com ciclovias. Existem alternativas mais rápidas e soluções que serão benéficas a todos, se pudermos nos unir para trabalhar juntos.
A rua é de todos. A cidade também.
Nós, que também somos o trânsito.

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Concorda com o que foi escrito e quer assinar? Clique aqui.


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terça-feira, 9 de setembro de 2008

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Sociedade do Controle


NOVO LIVRO DISCUTE O POTENCIAL DA INTERNET E A SOCIEDADE DO CONTROLE

“Ao mesmo tempo que devora, digere e recria o telefone, o cinema, a televisão, os correios, o rádio e a indústria fonográfica, a internet se aproxima do sonho de Borges de uma biblioteca infinita, onde o saber humano está disponível ao alcance de um toque. O que fazer com tão imenso poder é a pergunta que definirá o nosso futuro. Esse livro é uma boa contribuição para o debate”. Assim o cineasta Jorge Furtado apresenta a coletânea “Além das Redes de Colaboração: internet, diversidade cultural e tecnologias do poder”.

O livro lançado pela Editora da Universidade Federal da Bahia, hoje, 27 de agosto, quarta-feira, em São Paulo, foi organizado pelos professores Sérgio Amadeu da Silveira (Cásper Líbero-SP) e Nelson Pretto (Faculdade de Educação da Ufba) como resultado de seminários realizados pela Casa de Cinema de Porto Alegre em parceria com a Associação Software Livre, ocorridos no segundo semestre de 2007, como parte do Programa Cultura e Pensamento do Ministério da Cultura.

Reunindo acadêmicos de várias áreas do conhecimento, ativistas e artistas, “Além das Redes de Colaboração” trabalha a contradição entre as possibilidades de criação e disseminação culturais inerentes às redes informacionais e as tentativas de manter a inventividade e a interatividade sob o controle dos velhos modelos de negócios construídos no capitalismo industrial. O livro pretende jogar luz sobre essas batalhas biopolíticas para decifrar as disputas sociotécnicas em torno da definição de códigos, padrões e protocolos.

Por isso, as tecnologias da informação e da comunicação foram avaliadas em suas dimensões mais importantes. As explicações nascidas da matriz do pensamento único, a qual procura esconder suas determinações histórico-sociais sob o discurso de uma racionalidade neutra, foram confrontadas com aquelas que pretendem dar transparência aos processos e politizar o debate sobre tais dimensões tecnológicas e sobre as históricas relações entre a ciência, o capital e o poder.


O livro " Além das redes de colaboração" ser encontrado
nas melhores livrarias. A Editora da Universidade Federal da Bahia é a responsável pela distribuição da versão impressa. Contatos pelo tel/fax: (71) 3283-6164 ou e-mail: edufba@ufba.br.

Licenciado em Creative Commons o livro também está disponível para download no site do seminário Além das Redes de Colaboração.

Para baixar o livro clique aqui .

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domingo, 7 de setembro de 2008

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Ay Carmela


(( atividade 'teste' no nosso novo espaço )))
Espaço "Ay Carmela!"
Rua dos Carmelitas, 140 - Metrô Sé
(travessa da Rua Tabatinguera)

Neste sábado, 30 de agosto

cine-jantar
às 17 horas - seguido de jantar vegano, regado de vinho "São Tomas" do MST

!!! pague quanto der !!!
experimente!
"a 4a. Guerra Mundial"
A história de um conflito global que permanecia silenciado. Diretamente das frentes
de resistência no México, Argentina, África do Sul, Palestina, Coréia, Genova, Nova Iorque,
Afeganistão e Iraque. Resultado de dois anos de filmagens dentro de movimentos de
resistência em cinco continentes.


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Dica da girame.

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quarta-feira, 27 de agosto de 2008

A filha da revolução


Antes de pedalar, na bicicletada do mês, que tal iniciar uma leitura?

O livro reúne alguns dos textos que fizeram Reed ser considerado por contemporâneos o melhor escritor norte-americano da sua geração. Cada conto é um pequeno retrato de um período especialmente perturbado - o início do século XX. São histórias que se passam no México de Pancho Villa, em Paris durante a Primeira Guerra, na Rússia revolucionária e na Nova York que se transformava na capital do planeta. Mas em vez de falar dos grandes personagens, Reed se dedica aqui aos pequenos acontecimentos. Prostitutas, mercenários pés-de-chinelo, soldados, aventureiros desaventurados, mendigos orgulhosos e aristocratas humilhados.

O Autor
As crônicas de A Filha da Revolução antecederam o clássico Os Dez Dias que Abalaram o Mundo, um marco na história do jornalismo. Considerado quase que o iniciador do jornalismo moderno nos EUA, John Reed morreu aos 33 anos, em 1920, como herói da Revolução Russa. Reed foi proibido de retornar aos EUA.

Os Dez Dias que Abalaram o Mundo virou filme nas mãos de Warren Beatty, que rendeu dois Oscar - Melhor direção (Warren Beatty) e Melhor Ator Coadjuvante (Jack Nicholson).


Faça o download aqui

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quinta-feira, 21 de agosto de 2008

20 perguntas








dica da Kelly Vegana.

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quinta-feira, 14 de agosto de 2008

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Aos vermes



Estamos no ano em que, "os ditos representantes do povo", aos mais diversos cargos, querem dar publicidade dos seus atos: contar que deram nome de praças, que participaram de manifestações, e de ativismos de todos os motes. De tempos em tempos, sempre a mesma ladinha, "vote em mim", pq fizemos e acontecemos!

Se necessitamos de "representantes do povo", que estufam o peito para dar publicidade de seus atos, e o fazem quase que uma cópia das ações de marketing e mídia das grande corporações, só nos resta lembrar O. Toscani: " a publicidade é um cadáver* adiado!"

*do latim: carne dada aos vermes.

Leia mais:

Lembranças

Precisa ser mais claro?

Que merda!

Sem comentários

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quinta-feira, 17 de julho de 2008

Ainda sobre o WNBR Brasil SP 2008

Renata Falzoni acaba de disponibilizar seus 2 vídeos sobre o WNBR ( Pedalada dos Pelados), clique nos números, se desejar assistir (1) e (2). Agora, leia a carta abaixo:

Motivações

A I Pedalada Pelada de São Paulo, ou World Naked Bike Ride (WNBR), ocorreu no dia 14 de junho de 2008. Esta foi a primeira edição do evento realizada no Brasil, nos mesmos moldes das ações que acontecem em diversas cidades do mundo com o apoio da população em geral e do poder público.

Nus é como nos sentimos por ter que disputar espaço nas ruas de São Paulo, em meio à violência gerada pelo stress dos motoristas parados em congestionamentos, confinados em máquinas poluentes de vidros escuros. Diariamente essa situação coloca em risco a vida de ciclistas, de pedestres e até de outros motoristas.

Pelados, os ciclistas pretendem chamar a atenção para a exposição indecente à poluição dos carros, para a morte dos espaços públicos tomados por esses veículos e principalmente, para sua fragilidade diante das poderosas máquinas motorizadas, muitas vezes guiadas por pessoas agressivas que não respeitam a bicicleta como o veículo que é, previsto no artigo 96 do Código de Trânsito Brasileiro.

O CTB ainda prevê que, na ausência de local específico para o deslocamento, a bicicleta deve ocupar os bordos da via (direita ou esquerda) com preferência sobre os veículos automotores (artigo 58) e obriga os veículos a guardarem uma distância lateral de um metro e meio ao ultrapassarem uma bicicleta (artigo 201).

Mas a maioria dos motoristas desconhece ou simplesmente desrespeita essas regras, e se recusa a compartilhar as ruas com os ciclistas. E isto acontece com a conivência do poder público, que não pune as infrações cometidas por esses motoristas contra nós.

Somos constantemente ignorados, somente nus somos vistos?

A concentração na praça e o assédio da mídia

Na Pedalada Pelada cada ciclista poderia participar vestido (ou não) da maneira como se sentisse mais confortável. O lema era "tão nu quanto você ousar". A nudez nunca foi uma imposição nem uma obrigatoriedade, mas a expectativa gerada durante a semana levou à concentração na Praça do Ciclista um número enorme de curiosos, dezenas de policiais, jornalistas, cinegrafistas e fotógrafos da grande imprensa.

Mais de quatrocentas pessoas estavam lá para pedalar. Os demais queriam ver e registrar a nudez prometida. Especialmente a nudez feminina. Foi Renata Falzoni, ciclista de longa data e avó, quem ousou primeiro e logo na largada da pedalada ficou completamente nua.

Como ela, outras mulheres tiveram que corajosamente suportar o assédio invasivo de muitos "jornalistas", ávidos por erotizar e tornar públicos seus corpos em busca de audiência. As câmeras saltaram sobre elas, acompanhadas muitas vezes por comentários machistas de conotação sexual. Esse comportamento lamentável fez com que muitas deixassem de se despir.

Apesar disso, no meio da confusão, ciclistas pintaram os corpos uns dos outros com tintas coloridas. Frases divertidas ou de protesto, desenhos surgindo na pele, todos se enfeitavam para a pedalada, e para trazer um pouco de alegria para a cidade cinza coberta de asfalto.

Celebração da nudez não sexualizada e não comercializada. Liberdade de expressão e manifestação.

Iniciada a pedalada na Avenida Paulista, à medida que os ciclistas se distanciavam da praça foram tomando coragem de expor mais seus corpos. Seguindo o lema naturista, puderam celebrar sua nudez não sexualizada e não comercializada, muito diferente da exposição sexual dos corpos padronizados tão comum nas emissoras de TV e revistas.

Centenas de pessoas puderam expor por alguns instantes seus corpos "imperfeitos", gorduras a mais ou a menos, celulites e estrias livres da ditadura estética vigente que causa distúrbios alimentares, complexos e depressões.

A alegria desse momento foi tão contagiante que provocou aplausos da "platéia". Pessoas que caminhavam pelas ruas, passavam dentro de ônibus ou automóveis, riam, assobiavam, apontavam a massa de pelados que pedalava. Câmeras e mais câmeras de celulares foram apontadas para a avenida.

E a prova máxima de civilidade foi dada pelos próprios ciclistas nus (ou seminus), que abriram mão de assédios e piadas de mau gosto para compartilhar respeitosamente um momento de pura liberdade de expressão e manifestação.

Criminalização da nudez, neutralização da massa e violência policial

Infelizmente, aprendemos com nossa ação que a nudez que se manifesta livremente a favor da vida é criminalizada, enquanto a nudez explorada, sexualizada e comercializada nos carnavais, novelas e revistas é permitida.

Durante o trajeto, um comandante da polícia militar deixou claro a quem ele pensou ser o organizador da ação, que o nu frontal não seria tolerado, somente corpos pintados como no carnaval. Apesar das dezenas de ciclistas completamente nus, André Pasqualini acabou sendo escolhido como o "bode expiatório" e foi levado nu para a delegacia, como forma de neutralizar nossa ação.

Alguns ciclistas tentaram se manifestar contra a prisão e foram agredidos com pontapés e gás de pimenta, como mostra diversas fotos e vídeos publicados pela grande mídia e pela mídia independente. Como sempre é feito em manifestações ciclo ativistas, os ciclistas ergueram suas bicicletas no ar. Foram absurdamente acusados de usá-las como arma.

O comandante da operação declarou diante das câmeras que fez o que estava planejado, prendeu o "líder" da ação para acabar com a manifestação. A lógica estava errada, já que não existem líderes ou organizadores da Pedalada dos Pelados, mas a tática deu certo, porque seja lá quem tivesse sido detido, nós não deixaríamos de apoiá-lo.

Com a prisão de um dos seus participantes, a massa perdeu um pouco em alegria e parte dela seguiu escoltada pela CET rumo ao 78º DP na Rua Estados Unidos. A festa continuou ali, aos gritos de "Ô seu delegado, libera o pelado!".

A massa segue feliz e orgulhosa

Confirmado que o participante preso seria liberado, a massa seguiu de volta a Praça do Ciclista. Cruzou a Oscar Freire e subiu a Rua Augusta em ritmo de festa, feliz e orgulhosa, humanizando o engarrafamento de quem descia num coro bem-humorado de "Não fique aí parado! Vem pedalar pelado!" ou "Carro parado é coisa do passado! A moda agora é pedalar pelado!".

A população nas ruas de São Paulo saudou a massa em festa durante todo o trajeto. A cidade, a Avenida Paulista, já acostumadas com a gigantesca parada do Orgulho GLBT, sentiram a alegria de ver o desfile das bicicletas e seus ciclistas nus e seminus, a despeito das leis antiquadas que (ainda) vigoram nesse país.

Mas podem se preparar, a festa será ainda maior em 2009.

Assinado,

Participantes da I Pedalada Pelada de São Paulo 2008 (World Naked Bike Ride São Paulo 2008)

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Outros Relatos:

WNBR SP 2008

Pedalada dos Pelados

Foto:

Pedalante

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segunda-feira, 26 de maio de 2008

A arte de um Zine 0


Para quem desejar divulgar, distribuir...
em Julho, novo número. Estamos fazendo história, com os pés e mãos!!